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[ Março 7, 2019 by Martim Mariano 0 Comments ]

O que é o Storytelling e como é que tudo isto funciona?

Gerar empatia nas pessoas que estão a ouvir, a ler, ou a ver a história que está a ser contada.
Esse é o grande objectivo de um storyteller.

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[ Fevereiro 19, 2019 by Martim Mariano 0 Comments ]

Como o Storytelling pode melhorar a sua comunicação

Carmine Gallo, autor do livro “The Storyteller’s Secret”, diz no mesmo que a capacidade/habilidade de “embrulharmos” as nossas ideias com emoção, contexto e relevância será, de longe, a skill mais valorizada durante a próxima década. Isto diz muito sobre o futuro da comunicação e mostra bem qual será o papel do Storytelling na melhoria dos processos comunicativos, em especial, no mundo dos negócios que tanta necessidade tem de conseguir comunicar cada vez melhor aquilo que fazem.

Se pensarmos que mais de metade das empresas portuguesas ainda não têm sequer um site, podemos perceber que melhorar a comunicação e introduzir as histórias na estratégia global de comunicação vai mesmo ser uma das tendências dos próximos anos. Crescer.
Aumentar a presença digital de forma pensada e significativa.
Comunicar com o público de uma forma cada vez mais próxima e eficaz. Contar as histórias daquilo que fazem e do que podem fazer. Comunicar. Mostrar. Aproximar. Converter.

Parece simples, mas ainda vai levar algum tempo até que muitas destas empresas percebam o quanto podem ganhar com esta aproximação ao público que só os meios digitais permitem.

E já sabemos que é isto que as pessoas querem em 2019.
Proximidade. Relevância. Relação. Significado. Retorno.

Para além disso, Carmine Gallo considera que o Storytelling é a arte de transformar uma ideia numa narrativa que inspire, ilumine e cative quem a está a ouvir. E isto, isto é a parte mágica desta forma incrivelmente poderosa, capaz de mudar o mundo.

Artigo sobre como o Storytelling pode melhorar a sua comunicação

Posto isto, a pergunta que hoje levanto é – o que é que une, afinal, os grandes contadores de histórias da actualidade?

Qual a característica comum a todos eles, para além de se terem tornado extremamente ricos?

A resposta não é óbvia, mas todos eles têm em comum o facto de terem passado por bastantes dificuldades para chegarem onde hoje estão. 

Para além disso, a forma como ultrapassaram essas dificuldades acabou por se tornar num exemplo que usam repetidamente para conseguir estabelecer uma ligação emocional directa com quem os vê, ouve e lê.

É o que os torna humanos. Exemplos reais de que a forma como olhamos para o mundo e como nos posicionamos no mesmo é determinante para aquilo que vamos conseguir ou não alcançar ao longo da vida.

No percurso dos grandes empresários do planeta, que acabaram por se transformar em líderes seguidos e admirados por milhões de pessoas, está uma invulgar capacidade de partilhar ideias, visões, histórias, de uma forma que se torna praticamente impossível não parar para ouvir.

Artigo sobre como o Storytelling pode melhorar a sua comunicação

E porquê? Porque todos eles, quase sem excepção, têm percursos recheados de altos e baixos, de dificuldades, batalhas perdidas, erros cometidos e aprendizagens retiradas desses mesmos erros que fizeram com que o caminho fosse ainda mais bem-sucedido, pela valorização que a experiência e, sobretudo, o fracasso, lhes trouxe.

Nomes como Steve Jobs, Richard Branson, Elon Musk, Sheryl Sandberg, Oprah Winfrey, Michelle Obama, Tony Robbins ou Gary Vaynerchuck têm em comum uma invulgar capacidade de contar histórias, na 1ª pessoa – como elas devem ser contadas – sobre as aventuras e desventuras dos seus percursos de vida e a forma como isso os trouxe até aos sítios incríveis em que hoje se encontram.

“Storytelling is not something we do. Storytelling is who we are.”

Carmine Gallo

Cada vez mais se está a chegar à rápida e inevitável conclusão de que a capacidade de comunicar ideias de forma simples e extremamente clara, bem como a habilidade para contar histórias envolventes, cativantes, relacionáveis e inesquecíveis são factores decisivos para que quem o consiga fazer se destaque da concorrência no mercado global onde a das ideias incríveis.

É, aliás, a arte do Storytelling que se assume como a arma mais poderosa que podemos encontrar na guerra de ideias em que vive o mundo em que por acaso todos nós… vivemos.

“Telling a story is one of the best ways we have of coming up with new ideas, and also of learning about each other and the world”.

Richard Branson

Como o fogo virou o jogo a nosso favor

Artigo sobre como o Storytelling pode melhorar a sua comunicação

São vários os antropólogos que apontam o fogo como o móbil principal da evolução da espécie humana. Com a chegada e controlo do fogo, passámos a cozinha comida, o que acabou por se tornar num verdadeiro marco civilizacional, uma vez que esse facto, por si só, contribui decisivamente para o aumento do tamanho do nosso cérebro e progressivamente da nossa inteligência, que acaba por nos dar a capacidade para, basicamente, mandarmos nisto tudo.

Por outro lado, fomos capazes, com esta conquista “tão simples”, de aumentar o tamanho dos dias, que passaram a prolongar-se pela noite dentro. Ao mesmo tempo o fogo permitiu que passássemos a ser capazes de afugentar os predadores que chegavam, tradicionalmente, de noite, acabando assim por aumentar significativamente a nossa esperança média de vida e, sobretudo, a poder sobreviver para contar histórias.

Assim sendo, o Homem passou a reunir-se e a juntar-se, ao final de cada dia, à volta da fogueira, onde passou a contar histórias e a partilhar as aventuras e desventuras dos dias.

Era assim que aprendiam. Uns com os outros.
Partilhando experiências, conhecimentos, tácticas de caça, de guerra, de resistência, que iam sendo passadas de uns para os outros.

Basicamente, o Homem foi passando, através das histórias que ia contando, informações relevantes para que os outros homens pudessem manter-se vivos por mais tempo. As histórias serviam, mais do que outra coisa, como táctica de sobrevivência. Depois, quando começámos a querer explorar os territórios, a ir mais longe, a ver o longe mais de perto, trazíamos centenas de histórias do que víamos. E os olhos de cada um moldavam o mundo que os outros construíam nas suas mentes. Recheados das imagens que os “heróis” lhes “mostravam” com as palavras, os gestos, as imitações, as narrativas, as histórias.

Foi sempre assim. Será sempre assim.

Muitos antropólogos sociais acreditam que 80% do tempo dos homens era passado junto à fogueira e a contar histórias.

Assim começou a constatação de que o Storytelling ajudava a ligar e a criar ligações entre grupos de pessoas que não se conheciam entre si.

Transpondo isto para a nossa realidade, há de facto uma característica muito semelhante nas comunicações dos grandes contadores de histórias – conseguem deixar o público perdido de riso, congelado de suspense, ou inspirados e com vontade de viver as suas próprias aventuras.

Sabia que graças às neurociências descobrimos mais sobre Storytelling na última década do quem em toda a existência humana? Pois é.

O Storytelling como base de toda a comunicação

Artigo sobre como o Storytelling pode melhorar a sua comunicação

É sobre as histórias e a magnífica capacidade que o nosso cérebro tem de se prender às mesmas que assenta o sucesso da comunicação em geral.

E isto tem uma explicação muito lógica e simples: não poucas vezes, o nosso cérebro tem dificuldade em distinguir a ficção da realidade.
Isto produz um efeito prático muito fácil de observar e difícil de contrariar – deixamo-nos contagiar por histórias como se, na verdade, fizéssemos parte das mesmas.

As histórias permitem-nos experimentar a informação em vez de nos limitarmos simplesmente a consumi-la. E isto faz toda a diferença dentro do nosso incrível e inigualável cérebrozinho.

Comunicar uma história da melhor forma, torná-la apelativa, envolvente, emotiva, é meio caminho andado para conseguir convencer e converter um potencial cliente a acreditar nela da mesma forma que nós acreditamos.

As histórias correm-nos no sangue

Artigo sobre como o Storytelling pode melhorar a sua comunicação

A dúvida que assalta muito boa gente e que os leva a dizer “eu não tenho jeito nenhum para contar histórias…” é facilmente desmontável.

Todos nós somos, naturalmente, contadores de histórias.

Contudo, uma coisa é contar uma história de forma espontânea, outra completamente diferente é juntar informação relevante e contá-la de forma impactante, cativante e envolvente.

Criar narrativas parece um exercício bem mais difícil do que é na verdade.

Mas é para isso que aqui estou, para tentar ajudar a tornar a coisa mais simples. Faça o seguinte, experimente partir uma história em três partes seguindo esta lógica:

1 – O problema –  Quais são as questões/problemas que identifica na sua indústria? Qual é o serviço ou mesmo o produto que faz realmente falta ao negócio, ou, neste caso, à Industria?

2 – A jornada (do herói) – Qual foi o caminho seguido para procurar uma solução para o problema? Como é que o produto ou serviço foi desenvolvido por si ou pela sua empresa?

3 – A solução – Como é que o seu produto ou serviço vão realmente mudar a face da indústria ou resolver o problema encontrado, em primeiro lugar?

Respondendo a estas questões, está a dar passos seguros e firmes rumo a uma narrativa que suporte os factos e que envolva as pessoas no caminho que foi percorrido até se chegar à resposta, à solução. Por isso, talvez não seja má ideia tomar nota dos três pontos que lhe deixei aqui em cima.

O Storytelling nos negócios

Nos negócios, este processo é relativamente simples de fazer, se mantiver debaixo de olho algumas das premissas fundamentais.

Mantenha a sua história relacionável. “Pois, Martim. Mas como?”

Fazendo com que a mesma seja mundana, terrena, palpável, quase.
E que seja uma história com que as pessoas se identifiquem.

Se a mesma tiver contornos e problemas semelhantes aos que as pessoas, a nível empresarial, conhecem com alguma frequência, melhor. Muito melhor.

Se está a planear contar a sua história a um potencial cliente, então a sua narrativa tem de apontar para algum problema que esse potencial cliente já tenha vivido no exercício das suas funções. Com fornecedores, com contratações, despedimentos, negócios que falharam, negócios inesperados, negócios brilhantes em que a persistência, a resiliência, a capacidade de sofrimento, a dedicação, a superação foram determinantes. Pormenores.

Os grandes empreendedores a nível mundial, têm, no seu currículo, situações de adversidade que contribuíram decisivamente para que eles se tornassem em quem se tornaram. Richard Branson e Warren Buffett, por exemplo, tinham pânico de falar em público, mas acabaram por se tornar incríveis contadores de histórias.
Ultrapassaram o medo em prol de um bem maior e tornaram-se estupidamente ricos por terem conseguido fazer isso mesmo, resolver um ou mais problemas que na altura lhes pareciam inultrapassável.

Quando fazemos isto numa história, quando identificamos um problema e apresentamos um caminho para a resolução do mesmo, as pessoas, mesmo que não queiram, acabam por ser “forçadas” pelo seu próprio cérebro para seguir ao nosso lado e por comparar cada uma das acções que a “nossa” personagem desencadeia, com aquilo que a nossa percepção nos diz ser aquilo que muito provavelmente faríamos no lugar da personagem em questão.

Insista nas emoções

Quando estamos a tentar pedir a alguém que faça alguma coisa por nós, temos de fazer com que esse alguém se importe. Temos de dar verdadeiro significado à experiência para que isso se torne possível.

As pessoas querem saber apenas o que podem ganhar com as coisas em que se metem, sejam elas um ebook gratuito, ou investir no seu negócio.
Se não lhes dissermos, de forma envolvente e que as entusiasme, o que é que elas podem ganhar por se juntarem a nós, muito dificilmente vamos conseguir que façam o que quer que seja pela nossa humilde e necessitada pessoa.

Regra geral, a nossa oferta nunca é a única do mercado, certo?
Então, para que possamos destacar-nos da concorrência, temos mesmo de fazer despertar emoções quando estamos a contar a nossa história. Não há outra forma. Caso contrário, há sempre um smartphone para onde fugir.

É fundamental que mostremos a quem queremos impactar através do nosso pedaço de Storytelling, o que é que se pode ganhar por embarcar connosco nesta viagem incrível.

As histórias… as verdadeiras histórias vêm do coração. Ponto final.

É um dado amplamente reconhecido que, nos dias que correm furiosamente pela vida, os melhores comunicadores são aqueles que conseguem criar uma ligação poderosa e pessoal com a audiência que têm pela frente, convidando-os amavelmente – e não lhes dando grandes hipóteses de escolha – a ouvir a história e garantindo que a mesma corresponde às expectativas.

Dominar por completo esta vertente tão importante da comunicação é meio caminho andado para se tornar extremamente competente a praticar um tipo de comunicação eficaz, que convença as pessoas a seguir o caminho que lhes está a apresentar. Que sintam que não há sequer mais hipótese de escolha que não a sua.

Num mundo que está tão recheado e repleto de opções e de ofertas, as histórias são, não poucas vezes, aquilo que determina com quem é que vamos ou não vamos fazer negócio.

Daí ser tão importante que incorporemos na história elementos relacionáveis, problemas, adversidades, obstáculos e o caminho seguido para os resolver, ultrapassar, debelar e, ainda mais importante, qual foi a lição aprendida durante o processo. Qual a mensagem que levam com elas.

Uma história sem conflito, sem adversidades, sem um problema para resolver, é uma história sem a mais pequena ponta de interesse.

Conclusão

Um conselho que tenho dado às pessoas com quem me vou cruzando, é o de começarem a tentar identificar os problemas e as jornadas levadas a cabo para os resolver, nas mais variadas histórias que ouvem, que lêem, que vêem, que vivem.

Começando por aqui, a certeza de que está a seguir o caminho certo vai aumentar progressivamente.

Não se esqueça de fazer o exercício de partir a sua história em 3 partes:

  • O problema –  quais são as questões/problemas que identifica na sua indústria? Qual é o serviço ou mesmo o produto que faz realmente falta ao negócio, ou, neste caso, à Industria?
  • A jornada (do herói) – Qual foi o caminho seguido para procurar uma solução para o problema? Como é que o produto ou serviço foi desenvolvido por si ou pela sua empresa?
  • A solução – Como é que o seu produto ou serviço vão realmente mudar a face da indústria ou resolver o problema encontrado, em primeiro lugar?

Agora só lhe falta uma coisa. Treinar.
Treine, treine. treine. Treine vezes e vezes sem conta. Em reuniões de equipa, em conversas informais, em casa, sozinha, numa reunião mais formal, num evento. Treine. Conte histórias, conte as suas melhores histórias. Veja o resultado prático do trabalho que está a fazer nas reacções das pessoas. Elas serão sempre o mais imparcial dos “juízes”.

Ao trabalho!

Obrigado pelo tempo que me concedeu.

Se quiser aprender mais sobre Storytelling aplicado à criação de conteúdos inscreva-se agora mesmo no meu curso.
Tem alguma dúvida ou questão que gostasse de me colocar sobre este artigo ou sobre o tema em geral? Deixe o seu comentário aqui no artigo.

Para ir acompanhando o que vou escrevendo e dizendo sobre Storytelling siga-me no Facebook, LinkedIn e Instagram.

Fontes:

http://bit.ly/2Ni3eNOC

http://bit.ly/2GS2Xj5

https://amzn.to/2GCd1Of

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[ Fevereiro 13, 2019 by Martim Mariano 1 Comment ]

Como integrar o Storytelling na sua estratégia de Marketing Digital

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[ Fevereiro 11, 2019 by Martim Mariano 0 Comments ]

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[ Fevereiro 8, 2019 by Martim Mariano 0 Comments ]

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Haverá assim tantas diferenças entre os dois conceitos?
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[ Janeiro 29, 2019 by Martim Mariano 0 Comments ]

Storytelling: como contar uma boa história?

Há muita gente que julga que o sabe fazer, mas que na verdade não faz a mais pequena ideia do que está a dizer.

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[ Janeiro 16, 2019 by Martim Mariano 0 Comments ]

Procura uma carreira em Marketing Digital? Nós ajudamos

Já se percebeu – até porque a realidade se encarrega de nos mostrar isso mesmo diariamente – que o Marketing Digital é hoje uma realidade absolutamente incontornável dos nossos dias.
Exatamente por essa razão resolvemos criar este texto, para que possa retirar daqui alguns conselhos úteis que permitam tornar + fácil o processo de procura de uma carreira nesta área.

Para que o panorama tivesse mudado de forma tão drástica e tão voraz, muito contribuiu o advento das redes sociais em que quase todos estamos presentes, de forma mais ou menos proeminente, mas estamos presentes.

Esta indústria foi criando, ao longo dos últimos anos, diversos novos postos de trabalho nas empresas um pouco por todo o mundo, que hoje são mais-valias ao nível da comunicação e da divulgação daquilo que é a sua oferta, seja ao nível comercial, ou simplesmente ao nível da relevância dos serviços que prestam. Eu que o diga, que encontrei neste mundo o meu caminho profissional fora do Jornalismo.

O marketing digital vai muito além daquilo que é a natural compreensão de estratégias e táticas voltadas para o bom uso da internet.
Uma das coisas verdadeiramente importantes é conhecer muito bem o ambiente digital, de uma forma global.

No entanto, para poder trabalhar em Marketing Digital é preciso bem mais do que estar presente em todas as redes sociais que existem à face da terra.

“People don’t buy what you do, they buy why you do it.” – Simon Sinek

A importância de conhecer bem a Internet 

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Assim, é extremamente importante que se conheça e se dominem assuntos que não digam diretamente respeito ao seu trabalho, nomeadamente tais como conhecer memes, termos e formas de expressão populares na net, novas tecnologias e por aí fora.

É igualmente fundamental que seja capaz de se adaptar muito rapidamente às alterações do meio, que é como quem diz, da internet – e todos nós sabemos que estas alterações acontecem a um ritmo verdadeiramente avassalador. Ou seja, o que hoje é um dado adquirido, amanhã pode estar completamente ultrapassado.

Outro fator importantíssimo é que consiga um equilíbrio entre o pensamento criativo e o pensamento analítico. Confuso? Nós explicamos. Obviamente que é fundamental que a criatividade esteja presente em qualquer área do Marketing que escolha trabalhar.

Mas, no que ao Digital diz respeito, a criatividade, por si só, não chega.
É preciso complementá-la com o pensamento analítico a fim de se tornar capaz de analisar métricas e extrair insights a partir das mesmas. 

Equilibrar a parte analítica com a parte criativa

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Tome nota do seguinte: sem análise de métricas e insights é impossível sobreviver nesta profissão. Mas… as métricas e o pensamento analítico não são tudo. Claro que não. A criatividade é um fator absolutamente determinante e que pode mesmo virar o jogo a seu favor, porque ela permite encontrar soluções absolutamente inovadoras que nenhuma análise de métricas lhe vai conseguir dar. Pode apostar nisso.
A criatividade humana ainda está a anos luz de distância daquilo que o melhor dos computadores consegue fazer.

Como já deve ter reparado, uma estratégia de marketing digital é composta por várias etapas e fases, de modo que se torna essencial que a mesma seja desenvolvida e trabalhada em equipa.

Portanto, é absolutamente crucial que alguém que se está a querer aventurar neste mundo tenha um fortíssimo espírito de equipa – saiba partilhar informações, aceitar sugestões —  e em alguns casos, críticas, sobrando por isso pouco espaço para alguém que goste de controlar tudo o que está a ser feito à sua volta, sem dar espaço ou liberdade a quem consigo trabalha.

Essas qualidades vão permitir que consiga realizar um trabalho de qualidade, promover um ambiente saudável, de respeito e companheirismo com todos os seus colegas e para que possa igualmente aprender com eles e partilhar os seus conhecimentos. Quem é que ganha com isto?
A empresa e, claro, os clientes, que são quem mais importa.

A importância das ferramentas certas

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Bom, agora que já lhe falei do mais importante, vou mostrar-lhe como é que pode munir-se de ferramentas para conseguir de facto arranjar um emprego nesta apaixonante área do Marketing Digital.

Antes de mais importa fazer um disclaimer fundamental para esta demanda – Não há melhor ferramenta para conseguir singrar nesta área que apostar fortemente no seu próprio conhecimento.
É exatamente por essa razão que o foco das nossas indicações incide precisamente no aumento do conhecimento, de modo a que possa definir as melhores estratégias para conseguir levar a cabo o seu plano de conseguir um emprego nesta área.

1. Sites, Blogs e/ou bibliografia sobre Marketing

Estes são, sem qualquer sombra de dúvidas, alguns dos recursos mais valiosos e que podem ser uma ajuda fundamental para que consiga aprofundar o seu conhecimento relativamente às melhores estratégias a seguir na busca do seu objetivo. Porquê? Porque permitem, acima de tudo, que se atualize relativamente às tendências e às práticas mais atuais existentes no mercado de trabalho.

Uma das coisas boas que acontecem ao nível do Marketing Digital, no nosso país, é que os melhores profissionais do mercado costumam partilhar conteúdos regularmente, nos seus blogs e sites.
E sabe qual é a melhor parte de tudo isto? É que o fazem de forma gratuita, por isso aproveite para se manter constante a par de tudo o que estes profissionais vão fazendo e utilize as dicas que eles vão dando para fortalecer a sua posição e reforçar o seu conhecimento.

Deixamos-lhe aqui uma lista de blogs ligados à área que pode consultar sempre que precisar:

  1. Social Media Examiner
  2. HubSpot
  3. Rockcontente
  4. RDStation
  5. Buzzsumo
  6. Buffer
  7. SproutSocial
  8. Hootsuite
  9. Kissmetrics
  10. AdEspresso
  11. Marketo

2. Investir em cursos ligados ao Marketing Digital

Esta é, sem sombra de dúvida, uma opção sábia e extremamente inteligente, uma vez que é uma forma de investimento quase sempre segura e que lhe pode trazer benefícios incalculáveis para o seu futuro.
Deixamos-lhe aqui os links para a oferta formativa que temos na DIGITALFC:

– Curso intensivo de Marketing Digital, com Frederico Carvalho

Curso Intensivo Marketing Digital Frederico Carvalho

Curso Storytelling e criação de conteúdos para Redes Sociais, com Martim Mariano

Curso Storytelling e Marketing de Conteúdo para Redes Sociais com Martim Mariano

3. Profissionalizar ao máximo o seu perfil no LinkedIn

Se quer posicionar-se no mercado e começar a tornar-se relevante dentro do mesmo, então não pode mesmo deixar de investir tempo nesta rede social. Acredite que isto pode ser absolutamente determinante.

O LinkedIn é hoje uma ferramenta incrível e indispensável para quem quer progredir na carreira e tornar-se relevante no panorama laboral. Porquê? Porque todos os grandes players andam por lá em busca de talentos, de oportunidades e de conteúdos diferenciadores.
Por isso, se quer dar-se a conhecer ao mundo laboral e em particular aos profissionais do Marketing Digital, nada melhor do que começar a construir uma presença assídua, constante, consistente e regular no LinkedIn.

Aproveite para seguir o Pedro Caramez, que é a maior referência nacional no que a esta rede social diz respeito.

Recapitulando:

  • É fundamental que conheça bem a Internet e que se saiba mexer na Web;
  • Deve ter a capacidade de ser flexível e de se adaptar às constantes e rápidas alterações da Internet;
  • Equilibrar o pensamento analítico com o pensamento criativo;
  • É importante que saiba usar as ferramentas certas;
  • Invista no seu próprio conhecimento, é uma mais valia que será sempre valorizada;
  • Otimize a sua presença no LinkedIn.

Da nossa parte, é tudo.

Acreditamos que se seguir os passos que lhe fomos apresentando ao longo do artigo poderá, com grande dose de certeza, preparar da melhor forma a sua entrada no mundo do Marketing Digital.

Agora é deitar mãos à obra e começar a preparar a mudança que vai operar na sua vida. Só nos resta desejar-lhe boa sorte e dizer-lhe que se trabalhar muito e for inteligente nas suas pesquisas e decisões, estará seguramente mais perto de alcançar o seu objetivo final.
Seja perseverante, persistente e não desista. Por muito difícil que a missão lhe possa parecer, o resultado final promete compensar o esforço.

Que outros conteúdos ligados ao Marketing Digital é que gostava de ver abordados nos próximos artigos? Deixe a sua opinião nos comentários.

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[ Dezembro 18, 2018 by Martim Mariano 0 Comments ]

8 truques para editar artigos em metade do tempo

Uma boa edição pode transformar um conteúdo medíocre em algo verdadeiramente incrível e que dê vontade de ler e de partilhar.
Sobretudo se estivermos a falar de storytelling e da forma como vai entregar as suas histórias aos seus leitores.

Não é à toa que este é um dos aspectos mais importantes de todo o processo de escrita, mas que continua a ser descurado por tantos produtores de conteúdos.

Para já deixe-me dar-lhe os parabéns.
Se decidiu ler este artigo é porque, com grande dose de certeza, escreve e edita artigos com frequência ou então escreve e quer começar a publicar os seus próprios conteúdos já a partir de Janeiro.

Já se sabe que o começo de um novo ano é sempre uma altura de ímpetos de mudança, o que faz com que seja fundamental aproveitar essa energia positiva e criadora para implementar novos hábitos.

Foi precisamente a pensar nisso que resolvemos juntar estes 8 conselhos e tentar tornar essa tarefa mais fácil e menos dolorosa.

“I’m writing a first draft and reminding myself that I’m simply shoveling sand into a box so that later I can build castles.” 
― Shannon Hale

Cortar. Cortar. Cortar

artigo edição de texto

Tornarmo-nos bons editores dos nossos próprios conteúdos é coisa que leva tempo e sobretudo muitas horas de prática, mas é sobretudo um empreitada que vale bem a pena e com claros benefícios para aquilo que mais importa: a qualidade dos seus conteúdos e a utilidade dos mesmos para quem os lê.

Voltemos ao texto.
Cortar partes de um texto escrito por nós, é e será, não poucas vezes, um dos grandes desafios/problemas com que se depara ou se vai deparar.

No entanto, antes mesmo de arrancarmos, convém deixar-lhe aqui já um primeiro truque que pode e deve utilizar ANTES de começar a escrever o seu texto. É muito importante que saiba qual é o objectivo do seu artigo. Sabendo o objectivo e a quem é que ele se dirige torna-se muito mais fácil de fazer tudo o resto.

Saber o que vamos escrever, no caso de artigos e temas específicos é determinante para o sucesso dos mesmos.

Vamos então, sem mais demoras, passar já à lista de truques, dicas, conselhos – escritos por alguém que tem de o fazer com muita frequência – que pode utilizar para tornar a edição dos seus textos uma tarefa muito mais eficiente, simples e que lhe vai permitir poupar tempo.

8 truques para editar artigos em metade do tempo

  1. Leia o seu texto num formato diferente. Se está a escrever num computador, imprima o texto em papel, ou grave-o em pdf., por exemplo.  Mudar a fonte, a cor, ou o tamanho de letra tambem podem ser uma ajuda preciosa. Estamos a sugerir que faça isto tudo, porque sabemos que estes pequenos e simples gestos vão ajudar a que consiga olhar para o seu texto como se o estivesse ver “de fora”, com outra perspectiva que não a de quem acaba de o escrever e que tem associado ao mesmo sentimentos vários que importa compreender e respeitar.
  2. Faça uma pausa. Este é um dos sábios conselhos que se pode dar a qualquer escritor e que serve, essencialmente, para tentar provocar algum tipo de distanciamento entre o autor e a sua obra. É sempre boa ideia deixar o artigo repousar durante algumas horas ou mesmo durante um dia/noite. Ao colocarmos forçosamente uma barreira entre nós e o conteúdo que acabámos de criar, estamos, paralelamente, a criar uma distância emocional relativamente ao fruto mais verde da nossa escrita. Quando finalmente regressar ao trabalho, vai conseguir identificar com mais clareza erros, frases que fazem pouco sentido, ou até mesmo ideias que lhe pareciam excelentes mas que, na verdade, não são assim tão boas.
  3. Leia o texto em voz alta. Esta é uma técnica muito utilizada, por exemplo, pelos jornalistas nas redacções. Seja depois do texto estar pronto, seja durante a escrita das frases. Esta técnica permite igualmente identificar erros, palavras e frases que não soam tão bem e, mais do que qualquer outra coisa, permite identificar o ritmo da sua escrita. Conhecendo o ritmo da sua escrita, conhece a forma como as palavras que quer usar se podem encaixar umas nas outras de modo a poderem ganhar o sentido que verdadeiramente lhes quer dar.
  4. Dê certezas em vez de possibilidades. A boa comunicação pode e deve parecer ou soar ligeiramente autoritária. É até recomendável que assim seja. Por isso, são completamente de evitar frases como “parece ser” ou “pode ser a razão para”, pois estas servem apenas para enfraquecer a sua mensagem e retirar credibilidade ao que está a dizer. E ninguém quer que isso aconteça. Certo?
  5. Evitar frases repetitivas. Tente não se encostar em demasia a certas palavras ou “frases-tipo”, com a finalidade única de provar o seu ponto de vista. Não resulta. E acredite que os leitores vão notar que se está a repetir. E fica mal. Escolha a variedade em vez da repetição. Opte por utilizar um contador de frequência de palavras para encontrar as repetições e fazer as devidas correcções. 
  6. Remova adjectivos fracos. Adjectivos sem força e usados só “porque sim” prejudicam – e de que maneira – o seu conteúdo. Quer ver um exemplo simples? Frase fracaEle tinha mesmo medo de cobras. Frase forte: Ele tinha pavor de cobrasFrase quase indestrutível: As cobras aterrorizavam-no. Reparou bem na diferença existente entre estas 3 frases? É este o caminho. Adjectivos sim, claro, mas que sirvam o seu propósito em vez de fazerem exactamente o contrário.
  7. Mostre o seu texto a alguém em quem confia. Esta é igualmente uma prática muito comum entre os jornalistas, mostrar o texto a algum colega, que consegue ler o mesmo de forma imparcial e com um olho atento a possíveis erros ou coisas que não faça sentido. Esta é uma forma segura de garantir que o seu texto está bem escrito e fazer um primeiro teste ao mesmo, aos olhos de quem lê. 
  8. Divida as tarefas de edição em blocos distintos. Se o simples facto de começar pensar em editar e corrigir o seu próprio texto já é aflitivo, está na hora de arranjar uma estratégia para mandar embora esse sentimento. O ideal será mesmo dividir as tarefas em blocos/momentos distintos dentro da edição do texto. Por exemplo: primeiro lê o texto todo e vê se as ideias fazem sentido e se fluem com sentido; na segunda leitura vai olhar apenas para a pontuação; na terceira leitura já vai olhar para estilização do conteúdo, e assim sucessivamente

Comece a aplicar os conselhos acima já no seu próximo texto e vai ver as melhorias a aparecer em pouco tempo. E isto é a mais pura das verdades. Quanto mais treinamos e desenvolvemos o nosso talento, melhores nos tornamos naquilo a que nos propomos fazer. E isto, isto é uma verdade inquestionável. 

Entre em 2019 com energia renovada e com (muita) vontade de produzir conteúdos, com a certeza absoluta de que, com estes 8 truques, essa missão vai tornar-se muito mais simples, intuitiva e fácil de alcançar. 

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