Chat with us, powered by LiveChat
[ Dezembro 11, 2018 by Martim Mariano 0 Comments ]

Storytelling, pois claro. Mas porquê?

Já não é novidade para ninguém que o Storytelling (pois claro) é um dos assuntos em destaque no que diz respeito ao incrível mundo da comunicação e do marketing.

Já não é novidade para ninguém que o Storytelling (pois claro) é um dos assuntos em destaque no que diz respeito ao incrível mundo da comunicação e do marketing. 
Também é certo e sabido que estamos a atravessar uma fase em que “toda a gente” acredita que tem histórias para contar, logo, toda a gente acredita que tem um storyteller a viver secretamente dentro da sua pessoa.
Porque é que isto acontece é que é conversa que dava pano para mangas. 

(talvez num próximo artigo)

A questão que se impõe a seguinte: 

Porque será que de repente o mundo parece ter acordado para uma coisa que existe há… ora, bem vistas as coisas, há cerca de 50 mil anos? 

“The most powerful person in the world is the storyteller”

Steve Jobs

Contar histórias e não ter Histórias para contar

O ser humano é o conjunto de tudo aquilo que vive, que faz, que diz, que pensa, que fez, que disse, que sonha, que sonhou, que conseguiu e pensou. 
E não só. É também todas as falhas, os erros, as vergonhas, os defeitos, as 1001 histórias que contam a história da sua vida. O problema vem depois. O problema chega quando se tenta criar histórias para convencer alguém a “comprar” o peixe que estamos a tentar”vender”. 

É aí que a cosa se complica e que se distinguem e separam os verdadeiros storytellers dos contadores de historietas.
Quanto mais não seja porque para contar histórias que convertam, que levem as pessoas a interagir com o nosso conteúdo e, em última análise, a comprar o que temos para vender.

Vender experiências e partilhar emoções que os outros sentem

É uma das grandes tendências de 2018 e que transitará, com toda a certeza, para 2019. Fala-se cada vez mais da importância de proporcionar as melhores experiências possíveis a quem nos segue, a quem consome os nossos conteúdos e que, idealmente, pode vir a comprar os nossos produtos.

Isso passa, necessariamente, por uma comunicação cada vez mais direcionada e assertiva, deixando pouco espaço à generalização e aos conteúdos massificados, que falam para uma população em vez de falarem para um público-alvo.

É exactamente essa a razão que me leva a deixar aqui algumas dicas para criar e contar histórias que efectivamente… vendam!

7 Dicas para contar histórias que vendem

digitalfc_a_contar_histórias
  1.  Tem de existir um enredo. Isto não é nada de novo. Peguem na história da vossa empresa, nos valores, na forma como tudo começou. Porque é que a empresa nasceu. O que é que ela se propôs resolver.
    Por exemplo: O João e o Pai foram ao supermercado à procura de lâminas de barbear para fazerem a barba ao avô. Tudo o que encontraram foi uma prateleira cheia de lâminas sem graça, e sem qualquer relação com a sua necessidade. Foi aí que decidiram que tinha de haver outra forma de resolver o problema e que fosse, simultaneamente, criativa, personalizável e barata.
  2. Vender uma experiência. Qualquer coisa como: “Queremos dar aos nossos consumidores todas as ferramentas e informação de que estes precisem para poderem sair por aí a falar sobre nós com a sua própria voz”.
  3. Criar um estado de espírito com a introdução do ambiente certo. Tem de ser tudo pensado e projectado, de acordo com aquilo que queremos que as pessoas sintam quando estiverem a ser “confrontadas” com o conteúdo que lhes estamos a oferecer. Por isso, se estiver, por exemplo, a pensar em ir filmar um anúncio algures numa paisagem perfeita, não se esqueça de pensar… em quem vai ver o anúncio e no que quer que este provoque nessas pessoas.
  4. Criar eventos e momentos. Pode pensar, por exemplo, em criar um dia em particular para o seu produto. No caso das lâminas de barbear criou-se o dia nacional do barbear, a 1 de Dezembro, com grande pompa e circunstância.Incentivou-se as pessoas a não se barbearem em Novembro (o mês do Movember) e, no final do mês, após todo um período de barbas e bigodes em crescimento, os homens, um pouco por toda a parte, estavam a precisar desesperadamente de uma boa lâmina. Criou-se necessidade. Criou-se hype. Criou-se um movimento em redor de tudo isto e… no final de contas… criou-se uma campanha bem sucedida. Porquê? Porque se venderam lâminas em barda.
  5. Relação com a audiência. É muito importante que se criem conteúdos que nos façam sobressair no meio de um mar interminável de mensagens, posts, tweets snaps, instas… you name it…Sugestão? Grandes fotos, cores fortes, contrastes, e a melhor ligação possível entre o copy e a imagem.Sem nunca se esquecerem de dar às pessoas aquilo de que elas precisam.
  6. Planear uma campanha que ponha o produto, a disposição e experiência num pacote sedutor e impossível de recusar. Voltemos ao exemplo das lâminas de barbear. A imagem é uma imagem normal de um tipo igualmente normal, com um look… normal, com espuma de barbear nas bochechas, chávena de café na outra mão. A preparar-se para fazer a coisa mais normal e mundana do dia-a-dia de um homem sem barba que é, desfazê-la a cada nova manhã. Ele só quer uma coisa. Fazer abarba.
  7. Não EXAGERAR na história que se conta. É fundamental que isto não aconteça, porque as pessoas conseguem cheirar coisas falsas e fabricadas à distância. É igualmente necessário que nunca se esqueçam do mais importante: o conteúdo não se pode atravessar à frente do maior objectivo da empresa: vender. A micro-história vale muito mais do que a história inventada. E o real vai ser sempre muito +complexo e interessante do que a ficção, logo, a capacidade que este tem de fazer despoletar empatia e identificação junto de quem queremos é substancialmente maior, ou até mesmo incomparável.

Assim, em jeito de conclusão, importa recapitular para que seja mais fácil perceber.

  • Não exagerem nas histórias que contam.
  • Trabalhem (muito) a relação que criam com a vossa audiência.
  • Vendam experiências, as melhores experiências possíveis, tendo em conta o vosso público-alvo e os vossos produtos.
  • E por último, não se esqueçam que qualquer história que se preze tem de ter um enredo que envolva as pessoas e as aproxime das vossas personagens. Sem isto, nada feito.
  • Bem podem contar as melhores histórias que conhecem, que ninguém vai querer saber. Até porque, não se esqueçam, as pessoas não querem saber de nós para nada.

As pessoas querem apenas satisfazer as suas necessidades e resolver os seus problemas. Ponto. Se fizermos isso, ou contribuirmos de alguma forma para que isso aconteça, certamente não cairemos no esquecimento.

Fonte: Mário Garcia no site “The Mario Blog” adaptado por nós. 

AboutMartim Mariano
In Socials:

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

gdpr-consentimento-digitalfc.: Pedido de Consentimento [GDPR]
Processamos dados, utilizando cookies no site (dados que ajudam os sites a lembrar-se de visitas anteriores) para melhorar a experiência do utilizador:
1. Ajudar os nossos serviços a fornecer conteúdo útil e personalizado;
2. Fornecer anúncios com base nos seus interesses;
3. Realizar análises e medições dos nossos serviços;
> Para mais informações sobre cookies e o processamento dos seus dados pessoais, consulte a Política de Privacidade e Protecção de Dados Pessoais

Privacy Settings saved!
Configurações de Privacidade

Quando visita qualquer site, ele pode armazenar ou recuperar informações do seu navegador/browser, principalmente na forma de cookies. Controle seus serviços de cookies pessoais aqui.


Google Analytics é uma importante ferramenta para monitorar a atuação online permitindo analisar as visitas que o site tem ao mês, semana, dia e hora, facilitando o entendimento nas estratégias para negócio.
  • ga.gd

Decline all Services
Accept all Services